Thursday, March 29, 2012


Chefes de Estado dos cinco países do Brics reunidos em Nova Déli, na Índia: Dilma Rousseff, presidente russo Dmitry Medvedev, primeiro-ministro indiano Manmohan Singh, presidente chinês Hu Jintao e presidente sul-africano Jacob Zuma.
No caso da Síria, os cinco países pedem no comunicado final do encontro "o fim imediato da violência e das violações dos direitos humanos" e a promoção do diálogo que "reflita as aspirações legítimas de todos os setores da sociedade síria", assim como o respeito de sua "independência, integridade territorial e soberania".

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"Nosso objetivo é facilitar um processo político inclusivo liderado pelos sírios", afirma o texto, no qual os Brics manifestam apoio aos esforços conjuntos da ONU e da Liga Árabe com este objetivo.

"Estimulamos o governo sírio e a todos os setores da sociedade síria que demonstrem desejo político de iniciar um processo assim, o único que pode criar um novo entorno para a paz", afirma o comunicado.

Sobre o Irã, os Brics afirmam que não é possível permitir uma escalada do conflito, pois as "consequências desastrosas" não beneficiariam ninguém.

Depois de reconhecer "o direito do Irã ao uso de energia nuclear com fins pacíficos" que respeite as obrigações internacionais, defendem uma solução por meios políticos e diplomáticos, assim como o diálogo entre as partes envolvidas, incluindo a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e Teerã, "em conformidade com as resoluções pertinentes do Conselho de Segurança das Nações.

No campo econômico, os Brics não fecharam acordo sobre o apoio a um candidato para presidir o Banco Mundial.

No comunicado final, os cinco países se limitaram a saudar as candidaturas do "mundo em desenvolvimento", mas reiteraram que a escolha dos chefes do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional deve acontecer com base nos méritos dos aspirantes.

Três candidatos disputam a sucessão do americano Robert Zoellick à frente do Banco Mundial: a ministra das Finanças da Nigéria, Ngozi Okonjo-Iweala, o médico e antropólogo americano de origem coreana Jim Yong Kim, presidente de Dartmouth College, e o colombiano José Antonio Ocampo, professor na Universidade de Columbia.

Tuesday, March 27, 2012


Irã reitera que sanções e agressões piorarão situação mundial

Escrito por Erica Soares

Teerã, 26 mar (Prensa Latina) Líderes políticos, religiosos e acadêmicos do Irã reiteraram hoje que as sanções do Ocidente contra este país provocarão uma alta nos preços mundiais do petróleo e que qualquer agressão militar complicará a situação no Oriente Médio.

Fontes citadas pelos principais meios noticiosos estatais alertaram que a atual escalada nos preços do petróleo devido às sanções adotadas pelos Estados Unidos e a União Europeia (UE) acarretam maiores riscos de recessão na economia global.

O líder supremo da Revolução Islâmica, aiatolá Alí Khamenei, advertiu recentemente que o Irã dará uma resposta "ao mesmo nível" se for atacado por Israel ou algum de seus inimigos ocidentais, enquanto fontes na chancelaria chamaram a combater medidas punitivas.

Os comentários ganharam força porque um relatório sublinhou o fato de que os bloqueios econômicos e petroleiros aplicados contra Teerã não podem deter o desenvolvimento de seu programa nuclear e, pelo contrário, "só farão disparar os preços do petróleo".

A respeito, meios locais aludiram a alertas do presidente estadunidense, Barack Obama, e da diretora do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, de que as tensões com o Irã afetariam o setor energético e levariam a "um choque econômico".

De modo particular, terá um impacto negativo nas economias da Europa, onde as medidas de austeridade aumentam o desemprego, dilaceram a confiança dos consumidores e golpeiam os comércios.

Os indicadores na Zona Euro, depois que a UE adotou dia 23 de janeiro passado o veto às exportações de hidrocarboneto iraniano, mostraram em março uma maior recessão com a atividade do setor privado, indicativo de uma queda inesperada, apontou um analista.

Analistas preveem um panorama mais sombrio se o Irã, que é o terceiro exportador mundial de petróleo, cortar suas exportações como resposta às sanções ou aplicar seu plano de contingência de fechar o Estreito de Ormuz, via estratégica para o comércio mundial de petróleo.

Além disso, a República Islâmica chamou de inconsistentes os argumentos ocidentais de que seu programa nuclear objetiva fins militares e recordaram declarações do ex-diretor do Organismo Internacional da Energia Atômica (OIEA) Mohamed ElBaradei.

ElBaradei desaconselhou um hipotético ataque militar israelense ou estadunidense às plantas nucleares iranianas e sublinhou que uma agressão "pode destruir suas instalações, mas nunca deter o conhecimento de especialistas em tecnologia nuclear".

Wednesday, June 23, 2010

Tuesday, July 28, 2009

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Diário Digital
O governo japonês ordenou hoje um controlo urgente de todos os reatores nucleares do país, para evitar avarias semelhantes às ocorridas na central de Fukushima na sequência do sismo de 11 de março. Uma carta neste sentido, tornada hoje pública, ...
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Monday, July 13, 2009

Copa do Mundo


Cada edição da Copa do Mundo da FIFA tem uma identidade própria, uma imagem única que circula em todo o globo desde os preparativos até os instantes decisivos do torneio.

Um componente essencial dessa imagem é o Emblema Oficial, que forma a base da identidade do torneio e constitui uma referência exclusiva para todos aqueles envolvidos no Mundial nos anos que precedem o pontapé inicial. Para torcedores e afiliadas comerciais, passando por todos os produtos licenciados, o emblema simboliza a associação com a bandeira futebolística do evento e, após o encerramento, permanece por anos a fio na memória coletiva, especialmente da nação campeã.


A função do Emblema Oficial é fornecer uma representação visual marcante do torneio e do país-sede. No entanto, chegar a essa síntese é um grande desafio. No caso da Copa do Mundo da FIFA 2014, a FIFA e o Comitê Organizador Brasileiro precisavam caracterizar uma nação rica e vibrante, dona de um patrimônio cultural vastíssimo e que se firma rapidamente como uma das economias mais modernas e influentes do planeta.

Para projetar essas duas dimensões — a modernidade e a diversidade do Brasil —, a FIFA e o Comitê Organizador convidaram 25 agências brasileiras a confeccionarem o Emblema Oficial do Mundial de 2014. Ao término do prazo, mais de 125 propostas foram apresentadas. Todas elas foram analisadas pelas duas entidades, que prepararam uma lista com os melhores desenhos.

A tarefa de selecionar a imagem vencedora ficou a cargo de uma comissão composta por sete membros. Entre eles estavam o arquiteto Oscar Niemeyer, o designer Hans Donner, a modelo Gisele Bündchen, o escritor Paulo Coelho e a cantora Ivete Sangalo, além do presidente da Confederação Brasileira de Futebol e presidente do Comitê Organizador Brasileiro, Ricardo Teixeira, e do secretário-geral da FIFA, Jérôme Valcke.

Pediu-se que os membros da comissão avaliassem os logotipos, dando notas a cada um em uma série de quesitos. Além da impressão geral, eles deveriam analisar a maneira como o desenho transmitia o espírito do Brasil e a relação do país com a Copa do Mundo da FIFA. O aspecto artístico e a originalidade também foram levados em conta.

Ao término do processo de avaliação, todas as notas foram somadas para que se revelasse a imagem vencedora: "Inspiração", criada pela agência Africa.

A ideia para o emblema veio de uma célebre fotografia de três mãos que levantam juntas o troféu mais famoso do planeta. Além da mensagem humanista das mãos entrelaçadas, o desenho em verde e amarelo representa a acolhida generosa que o mundo receberá no país anfitrião.

A vitória e a união são os principais sentimentos simbolizados pelas mãos estilizadas na figura. O verde e o amarelo presentes na bandeira nacional aludem ainda a duas marcas registradas do Brasil: as belas praias douradas pelo sol e a exuberância tropical das florestas. A combinação entre a imagem forte, a tipografia contemporânea e as cores vivas é extremamente feliz em capturar a modernidade e a diversidade brasileiras.

A representação do troféu no Emblema Oficial também é bastante adequada, considerando-se o fato de o Brasil ser a única nação a ter vencido a Copa do Mundo da FIFA cinco vezes.

A mensagem evidenciada pelo emblema é a do laço especial que une a FIFA, o Mundial e o Brasil, país-sede da Copa do Mundo da FIFA 2014.

Friday, June 19, 2009

Morreu Excia. Alencar


O Globo

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G1.com.br -Diário de Pernambuco -O Globo
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